Dia desses, João Emanuel deitou ao meu lado, na "nossa" cama (como ele chama a cama que seria apenas do casal) e se pôs a divagar sobre uma das questões mais simples que se tem ideia: o amor...
Isso mesmo... Meu pequeno, no auge dos seus cinco anos, queria entender sobre algo que sua mãe, em pouco mais de três décadas, ainda está a zilhões de passos do entendimento.
- Mãe, por que que quando as pessoas se gostam querem ficar perto o tempo todo??? - a primeira pergunta.
- Meu filho, é porque é tão gostoso ficar com quem a gente gosta. Ficar assim, agarradinho e enchendo de beijinhos. - Exemplifiquei com todo o prazer desse mundo.
- E quando o amor acaba??? O que elas fazem???
...
O.K. Cadê a resposta que estava aqui ainda agora???
...
Fiquei olhando pra ele, tentando ler em seus lindos olhinhos castanhos a resposta que mais se aproximasse daquilo que ele queria ouvir (ou que eu queria dizer, sei lá...).
- Quando o amor acaba, as pessoas decidem o que é melhor pra elas. Continuar junto e brigar muito, ou se separar e tentar amar uma outra pessoa. - Quase peço ajuda às cartas, aos universitários e às placas... kkkkkkkkk
- Mas, mãe...
(Medo da próxima pergunta!!!)
- ... o nosso amor é verdadeiro, né???
- Claro que é, João!!!
- Ah!!! Então o amor verdadeiro não acaba nunca!!!
- É mesmo, filho!!!
AMÉM!!! - Juro que escutei o meu coração falando essa palavra... kkkkkk
Pausa para uma dose extra-mega-blaster-plus de beijos e abraços no meu Don Juan, que me deu uma aula pra lá de INESQUECÍVEL!!!
: )
A imagem (uma foto de expressividade quase inigualável!) resume muito bem o texto.
ResponderExcluirCostumo afirmar que o meu conceito de ARTE finca raízes no mais recôndito do meu ser. Explico: para aceitar como ARTE, exijo que me atinja no mais íntimo do meu ser... que me alcance na glândula penial - onde corpo e espírito/alma se conectam.
E esta foto, minha filha e meu neto, simplesmente conseguiu isso. É ARTE, portanto!
Eu os amo. Um grande beijo.
Luciano Moreira.